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Hans Lobo assume Fundação Hospitalar de Saúde


A nova diretoria da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) esteve reunida durante toda a manhã de ontem, 13, com os antigos gestores para iniciar o processo de transição. A reunião aconteceu na sede da FHS e tratou dos mais diversos assuntos da gestão. Em seguida, o novo corpo diretivo visitou os setores da sede.

“Vamos continuar o trabalho já iniciado por doutor Hamilton Santana, que foi o de enxugamento da máquina, focando na melhoria da qualidade do serviço. A diretriz dada pelo governador Jackson Barreto é de cuidar de gente. É isso que vamos fazer através da manutenção dos processos de trabalho que dão certo e corrigindo os que são necessários. Uma das nossas metas é informatizar os serviços para melhorar a gestão”, destaca o novo diretor geral, Hans Lobo, que é contador, pós-graduado em Auditoria e trabalhava no Ipesaúde há oito anos.

A diretoria administrativo-financeira será assumida por Evandro Barreto. Também contador e pós-graduado em Auditoria, Evandro está há 14 anos no serviço público. “Estamos tomando pé da situação. Nossa função é tentar otimizar os recursos. Por isso, essa fase de transição é tão importante: precisamos ter um conhecimento mais de perto”.

Para a diretoria operacional, irá o biomédico pós-graduado em Administração Pública, Cláudio Santos. O novo diretor faz parte do quadro efetivo da Secretaria de Estado da Saúde há 25 anos. Ele também já esteve à frente da Central de Logística da FHS no ano passado. “A Diretoria Operacional é ampla e complexa. O principal desafio é otimizar os serviços para garantir qualidade na assistência”.

Avanços

Durante o encontro, os organogramas, contratos e quadro de pessoal foram apresentados aos novos gestores. Além disso, foi passado um panorama do que foi melhorado. “Eu entendo que a nova gestão tem muitos desafios. Um deles é a informatização”, destaca Hamilton Santana, ex-diretor geral.

Na reunião do conselho curador, que aconteceu na última segunda (12), a gestão apresentou a economia feita em contratos da Fundação. “Foram mais de R$ 60 milhões que foram economizados em contratos e aplicados em outras áreas, como em compra de insumos e medicamentos.

Assumimos a FHS em um momento de muita fragilidade em que as despesas sempre foram maiores do que a receita”, lembrou Hamilton, ao desejar as boas-vindas à nova diretoria.

Durante os 13 meses em que Hamilton Santana esteve à frente da FHS, houve um aumento na carteira de serviços ofertada pela Fundação. “Passamos a ofertar leitos de UTI em Itabaiana, aumentamos a UTI do Huse, abrimos o centro cirúrgico em Estância, formamos uma frota reserva no Samu e colocamos 100% da frota operacionalizada”, elencou.

A ex-diretora operacional, Luciana Prudente, também está acompanhando pessoalmente o processo de transição. Segundo ela, uma das grandes marcas deixadas foi o fortalecimento da capacidade gerencial. “As unidades do interior se aproximaram da sede e das unidades de alta complexidade, que são o Huse e a Maternidade Nossa Senhora de Lourdes. O Samu também avançou, tanto do ponto de vista interno como na percepção do seu papel como ator importante dentro da rede de urgência”, apontou.

Luciana Prudente ainda apontou como avanços a aproximação do operacional a outras áreas importantes, como a financeira e a logísticas. “Tivemos uma postura voltada para o planejamento e monitoramento. Isso é primordial para quem faz a gestão de 14 unidades”.

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Por: ASN

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