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Alok encanta brasileiros e estrangeiros com show histórico na Praia de Copacabana e estabelece novo padrão para espetáculos na América Latina

  • Foto do escritor: Luxo Aju
    Luxo Aju
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura
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O Réveillon de Copacabana de 2026 ganhou um capítulo tecnológico e simbólico com a apresentação memorável de Alok nas primeiras horas do novo ano. O artista integrou ao seu show um espetáculo aéreo inédito com 1.250 drones sincronizados, que formaram no céu carioca a imagem do Cristo Redentor. A ação não apenas ampliou a linguagem visual do evento, como também estabeleceu um novo padrão para esse tipo de espetáculo na América Latina, ao unir alta tecnologia, forte carga simbólica e quebrar o recorde do maior número de drones já utilizado em uma apresentação ao vivo na região. 


Com mais de 5 milhões de turistas reunidos no Rio de Janeiro, Alok apresentou um set especialmente pensado para as primeiras horas de 2026. Reconhecido internacionalmente, o artista reforçou no palco seu papel como um dos principais representantes brasileiros no cenário global. O show evidenciou sua capacidade de adaptar a linguagem da música eletrônica a grandes públicos e diferentes gêneros, mantendo sua identidade artística e contribuindo para a pluralidade do evento, em um diálogo que conectou estilos, gerações e culturas. Cariocas e turistas do mundo inteiro responderam em coro, dançando, cantando e celebrando cada instante do ano que se iniciava.

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O momento mais emocionante da noite aconteceu quando a imagem do Cristo Redentor se formou no céu, em uma escolha estratégica de Alok para provocar reflexão e comunhão. A cena marcou a transição entre os anos com profundidade e comoção. Símbolo máximo do Rio de Janeiro e do Brasil, associado à acolhida e à espiritualidade, o Cristo surgiu a partir dos 1.250 drones, perfeitamente sincronizados à música e à narrativa do espetáculo. Poucas horas depois, vídeos desse momento já circulavam com força nas redes sociais e em páginas internacionais, projetando a imagem inédita da Praia de Copacabana para além do país e reforçando o alcance global da apresentação. 


Ao final, o sentimento predominante era de pertencimento. O Réveillon de 2026 reafirmou Copacabana como um dos maiores palcos de celebração do mundo e consolidou Alok como um artista que expande as possibilidades criativas para além do palco, transformando shows em experiências coletivas marcadas pela emoção, diversidade e esperança em novos começos.

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