Filipe Ret homenageia origens do rap carioca em novo single Rap da Lealdade
- Luxo Aju
- há 2 horas
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Filipe Ret abre o ano de 2026 resgatando o rap consciente que celebrava a amizade, a lealdade e as vivências simples através da música. “Rap da Lealdade” estará disponível em todas as plataformas digitais no dia 14 de janeiro. O single será parte de um EP em homenagem às origens do rap carioca que será lançado ainda este ano.
A canção tem como estrutura principal a batida do Voltmix, que serviu de base para diversos clássicos do rap carioca como “Nosso Sonho”, de Claudinho & Buchecha, “Rap da Felicidade”, de Cidinho & Doca, entre outros que, com aquela atmosfera, também influenciaram Filipe Ret.
Para o contexto da música urbana atual, a exaltação das origens do rap carioca pelas batidas de “Rap da Lealdade” reforça um cenário de resgate da forma afetuosa, coletiva e humana pela qual as pessoas se relacionavam na época em que os bailes incendiavam a capital carioca sob a batuta das equipes de som. Em versos como “meu parceiro, oh meu Deus, nem meus defeitos fez tu me abandonar/ armas e rosas tão na tua escolta/ a vida é mais do que nós posta”, Filipe Ret transparece de forma clara a mensagem que valoriza as amizades reais e a lealdade das pessoas que nunca deixaram de estar ao seu lado, mesmo nas fases mais difíceis.OUÇA “RAP DA LEALDADE”, DE FILIPE RET
Com leveza e respeito pela tradição do rap carioca, “Rap da Lealdade” tem toda sua referência estética direcionada para a década de 90. Os beats transportam os ouvintes, tanto o público contemporâneo dos bailes, quanto a nova geração de fãs do artista, para aquela época em que os pilares do rap periférico da capital carioca eram construídos com muita comunhão.
Assim, Filipe Ret reúne na música toda uma gama de elementos que vieram, ao longo dos anos, formatar o que entendemos como música urbana hoje, alicerçada pela tríade rap, trap e funk. Exaltar essas origens significa, portanto, falar de sua essência, da construção cultural e humana do artista por trás dos versos e também sobre o impacto que todo este movimento teve na vida de Ret, que é nascido e criado no Catete, na cidade do Rio de Janeiro.







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