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Política by Adiberto de Souza



Vice e Senado para negociar


A maioria dos partidos não tem pressa para definir os candidatos a senador e vice-governador. Essas duas vagas majoritárias serão usadas como moedas de troca visando garantir apoios aos candidatos ao Executivo estadual. Bom exemplo disso é o PT, que não fala quais serão os parceiros de chapa do pré-candidato ao governo Rogério Carvalho (PT). O grupo da situação pode ser o primeiro a colocar todas as peças no tabuleiro, pois os postulantes a vice e a senador devem ser indicados pela constelação de legendas conservadoras que gravitam em torno do governador Belivaldo Chagas (PSD). Os chamados partidos nanicos com disposição para disputar o governo só devem fechar as chapas majoritárias lá para o meio do ano, muitos por dificuldade em encontrar quem queira ir ao sacrifício. Portando, não apostem agora em quem deve vencer as eleições majoritárias, pois tudo pode acontecer até o registro das chapas, inclusive nada. Misericórdia!


Sem acordo


Ainda não foi ontem que o governo de Sergipe e o Movimento Polícia Unidade chegaram a um entendimento. Após uma demorada reunião na sede da Segurança Pública, secretários estaduais e lideranças dos policiais só concordaram com uma coisa: o dia da próxima reunião: será no dia 8 de março. Espera-se que neste novo encontro o governo apresente uma contraproposta ao pedido de 20% de reajuste salarial feito pela categoria, além do pagamento do adicional de periculosidade. Será que sai? Cruzes!


Metralhadora giratória


Quando não desce a madeira no presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador Rogério Carvalho senta o pau no ex-juiz Sérgio Moro (Pode). Segundo o petista, o ex-magistrado e pré-candidato à Presidência “é realmente um obcecado por Lula. Depois de atropelar o processo legal e atuar de forma parcial para condenar o ex-presidente sem provas, Moro faz um plágio da nossa campanha vitoriosa de 2002. O sonho dele é ser o Lula, mas o original é do PT”, fustiga Rogério. Aff Maria!


Injeção na economia


Nossa Senhora do Socorro ganhou um grande presente. Foi inaugurada ontem, naquele município, a nova loja do Assaí Atacadista, que está gerando 230 empregos diretos. Com 16 mil m² de área construída, a unidade dispõe de 29 caixas de pagamento e um amplo estacionamento com mais de 300 vagas para carros e motos. Entre os convidados para descerrar a fita de inauguração, o presidente as Fecomércio, deputado federal Laércio Oliveira (PP), ficou entusiasmado com o empreendimento. Segundo ele, o Assaí vai turbinar ainda mais a economia socorrense. É vero!


Grana garantida


Está praticamente garantido que os políticos vão dispor de R$ 4,9 milhões para “torrar” nas eleições deste ano. Mesmo o Supremo Tribunal Federal não tendo concluído a votação sobre qual será o montante do Fundo Eleitoral, a maioria dos ministros já disse concordar com o tamanho da bolada a ser gasta na campanha. Enquanto os políticos vão se banquetear com o meu, o seu o nosso rico dinheirinho, milhões de brasileiros famintos disputam ossos com os cachorros. Êta Brasilzão sem jeito!


Lembrando Paulinha


O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT), lembra da primeira vez que assistiu Paulinha Abelha cantar: Foi em Simão Dias, terra natal da vocalista, que morreu anteontem. O pedetista recorda daquela jovem em cima de um mini trio elétrico, animando um evento político: “Sua voz e simpatia cantando me marcaram bastante e fiquei feliz em ver o sucesso que ela se tornou anos depois”, conta Nogueira. Ontem, no velório da cantora, o ex-senador Antônio Carlos Valadares (PSB) lembrou que Paulinha era quem animava seus showmícios em 1994, quando ele disputou e venceu as eleições para o Senado. A vocalista será sepultada hoje. Que a terra lhe seja leve!


Faltou lama


Um velho pescador tem uma explicação lógica para a morte de parte do manguezal da praia 13 de Julho, zona sul de Aracaju. Segundo o distinto, a vegetação morreu devido o avanço da areia do mar sobre a lama. “Sem ela, o mangue não sobrevive”, ensina. Estando correta a informação do pescador, cai por terra a suspeita de que moradores dos prédios de luxo teriam colocado algum produto químico para matar o manguezal porque as árvores atrapalhavam a visão que eles tinham da boca da barra. Danôsse!


Sonho de consumo


O governador Belivaldo Chagas (PSD) parabenizou o deputado federal Fábio Mitidieri (PSD) pelos 45 anos de idade, completados ontem. O gestor encheu de elogios ao jovem parlamentar, “orgulho do nosso estado e que tem ajudado com toda a sua capacidade, dedicação e esforço a trazer cada vez mais recursos para o desenvolvimento de Sergipe. Parabéns e muito sucesso, caba véio, porque você merece”, escreveu Chagas. Se pudesse pedir a Belivaldo um presente de aniversário, Fábio Mitidieri rogaria para ser indicado candidato a governador. Marminino!


E a reforma política?


Quando será que o Congresso vai se debruçar sobre a tão prometida reforma política? Enquanto isso não ocorrer, persistirão a descrença do eleitor e os elevados índices de abstenção nas eleições. Está certo o cidadão quando compara os partidos a bodegas de secos e molhados. Seus ‘donos’ enxergam o eleitor como simples mercadoria, vendida abertamente nas campanhas eleitorais. Lamentavelmente, ainda existem aqueles que condenam a reação popular contra os políticos. Quem age assim, é inocente ou deseja que tudo continue como está para também se locupletar com o dinheiro público. Home vôte!


Fechada no Carnaval


Por conta do Carnaval, a Assembleia decretou ponto facultativo nos dias 28 deste mês, 1º e 2 de março. O expediente no Legislativo estadual será retomado no próximo dia 3. Antes do ato da Alese, o governo de Sergipe e a Prefeitura de Aracaju já haviam suspendido o expediente nas repartições públicas durante o período momesco. A decisão foi tomada, após o governador Belivaldo Chagas (PSD) e o prefeito Edvaldo Nogueira (PDT) ouvirem dos profissionais de saúde que a pandemia da covid-19 começa a regredir na capital e no interior. Ah, bom!


Filosofia de Britto


Do sergipano Carlos Ayres de Britto, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal: “Faltou a Pero Vaz de Caminha escrever que os nossos índios eram tão alfabetizados que sabiam ler a mão do meio-ambiente, os movimentos labiais do tempo e o profundo silêncio de cada intervalo entre um instante e outro. Intervalo em que pulsa o que a Vida tem de permanente”. Supimpa!



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